Movida promove nesta terça-feira em Chapecó seu 13º Encontro Estadual

O evento que reúne autoridades do trabalho, administrativas e politicas chama atenção e conscientiza para mais saúde e segurança das categorias profissionais

Chapecó/SC (27.4.2015) – Às 9h30 desta terça-feira (28) inicia a caminhada pela Avenida Getúlio Vargas, reivindicando melhores condições de trabalho. Milhares de trabalhadores e lideranças sindicais de Santa Catarina participam do ato que inicia na Praça Coronel Bertaso, segue até a rótula da Pitol, retornando ao local de origem. Na Praça ocorre a concentração que contará com a presença de autoridades do setor trabalhista como Tribunal Regional do Trabalho e Ministério Público do Trabalho, além de representação da Assembleia Legislativa.

 

Este será o 13º Encontro Estadual do Movida – Movimento em Defesa da Vida, Saúde e Segurança da Classe Trabalhadora Catarinense. O evento tem como tema “Trabalhar para Viver, Não para Morrer” e conta com a participação de várias centrais sindicais e sindicatos na organização. Entre elas estão a Fetiesc, CNTI, UGT, CTB, NCST, CNTQ, Contricom e União Sindical. Durante a pacífica manifestação os organizadores apresentarão propostas de apoio e assistência à saúde do trabalhador, com assinatura de protocolos de trabalho. O Movida defende 15 propostas de proteção ao trabalhador. A efetivação é competência dos governos Federal e Estadual, Assembleia Legislativa e setores econômicos.

 

Estatísticas assustam – O número de notificações de acidentes e doenças do trabalho cresceu de forma assustadora. Nos últimos quatro anos o aumento chegou a 325% na macrorregião Grande Oeste. No ano passado oito trabalhadores morreram vitimas de acidentes de trabalho. Santa Catarina ocupa o indesejado primeiro lugar no ranking nacional de doenças e acidentes no trabalho. No Estado os trabalhadores adoecem 48% a mais que a média nacional. Já o Brasil está na quarta colocação em nível mundial.

 

Para o Presidente da Fetiesc (Federação catarinense dos Trabalhadores nas Indústrias) Idemar Antônio Martini a cidade de Chapecó e região precisam “urgentemente” de atenção.  “Não podemos aceitar que trabalhadores e trabalhadoras percam suas vidas no local em que tiram o seu sustento”. Acrescenta ser preciso fiscalizar e punir “com rigor” as empresas que mutilam e maltratam os trabalhadores. “Vamos chamar a população para participar conosco”. “Queremos que os moradores saibam desses dados, participem do ato para que possamos cobrar providências”, pede. Entende que esta realidade “tem que mudar”. Martini, a exemplo do que defendo o movimento sindical, defende o desaparecimento dos números das estatísticas dos agravos.

fonte: Assessoria de Imprensa Siticom

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